quarta-feira, 8 de abril de 2015

A coisa

Sempre fui muito boa com essa coisa de fazer amigos, quando criança nunca ia para um lugar e ficava olhando para o teto sozinha, eu sempre conseguia fazer uma amizade, não importa a idade da pessoa mas, para falar a verdade sempre preferi pessoas que não tivessem a mesma idade que a minha, quando mais nova adorava pessoas mais velhas e com "mais velhas" digo idosos pois eles sempre são tão awesome sempre oferecendo comida e contando histórias, agora com um pouco mais de idade ainda gosto de idosos mas, adoro crianças elas tem sua imaginação tão fértil, são tão inocentes e tem algo que não sei o que é mas adoro, conversar com elas é como ler um livro de fantasia tão absurdo que eu acabo acreditando.
Crianças e idosos sempre foram meu tipo preferido de pessoas pois eles tem tantas histórias para contar, nem ligo se são todas de mentira ou não até por que a mentira é só uma historia incrível que alguém estragou com a verdade, talvez essa seja a tal coisa que eu tanto adoro neles eles contam histórias super legais que adultos e adolescentes contam só para mostrar o quão poderosos eles são.
Quer um conselho? Você pode ser um adulto ou um adolescente não conte historias incríveis se você não as viveu pois nessa época é quando começamos a definir nossa vida e ninguém quer ter uma vida definida em mentiras certo mas, isso não significa que você tem que virar uma pessoa metódica, vazia em outras palavras um zumbi, certamente tem uma coisa que faz com que ser adolescente ou adulto seja legal só não descobri ainda.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Uma Crônica

Saindo de casa cedo durante um dia consideravelmente frio, paro para prestar atenção ao que uma senhora de aspecto infeliz diz à uma moça enquanto esperavam por seus ônibus.
O que ela dizia? Bem, o mesmo que várias outras senhoras de 30 ou 35 anos que foram abandonadas grávidas durante suas adolescências; o mesmo, ela dizia, que o garoto que aparentava ama-lá nem quis saber sobre seu filho.
Logo após, enquanto eu andava rumo aos meus afazeres cotidianos naquele dia consideravelmente frio, reparei em jovens e senhoras usando curtos shorts, com sandálias abertas e grossas blusas de frio. O que se passava por aquelas mentes? Eram sórdidas ou inocentes?
Sempre ouço falar sobre os perigos da gravidez durante a adolescência, sobre como isso é errado e até pecaminoso, no entanto, o que se diz de mães, outrora adolescentes? Nunca ouvi falar delas. 
Uma jovem mãe hoje seria o mesmo que uma jovem mãe no passado?
Por que, então, depois do escândalo da impureza jovem, paramos de falar sobre o que aconteceu a pobre garota que teve seu filho?
Isso não é uma doença. Isso não é mentira, tampouco.
São apenas humanas e somos apenas críticos.